terça-feira, 31 de março de 2015

FORMAÇÃO PARA EDUCADORES NA FRASOL COM DALILA DO INSTITUTO SATHYA SAI BABA DE RIBEIRÃO PRETO




Nesta tarde de Terça- Feira, tivemos em nossa formação a participação da nossa querida mediadora Dalila do Instituto Sathya Sai Baba de Ribeirão preto. ela nos trouxe os valores fundamentais e vitais para nossa vida, através de dinâmicas e leituras e rodas de conversas. todos os educadores e funcionários participaram atenciosamente. formação esta que nos inspira razões para trabalharmos com carinho naquilo que escolhemos seguir, e que contribui não somente para a formação como Educador mais sim para toda vida ! mais uma vez agradecemos a Dalila pela  preciosa formação nesta tarde em nossa FRASOL.  



segunda-feira, 30 de março de 2015

O AMOR COMO LÍQUIDO SEGUNDO ZYGMUNT BAUMAN: UMA VISÃO SOCIAL DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ERA DA TECNOLOGIA


Amor Líquido: Sobre A Fragilidade Dos Laços Humanos


 AGOSTO 7, 2013 POR VINICIUS

Uma coisa é clara em suas obras: vivemos em um mundo de incerteza, extrema insegurança em relação à duração da ordem política e em relação à estabilidade de cada indivíduo dentro da sociedade, de fragilidade nas relações sociais que cada vez mais se tornam relações mercantilizadas e individualizadas. Não há um referencial moral, uma lado a seguir (como na época da divisão do mundo entre o Bloco Capitalista e o Bloco Comunista), estão todos jogados à responsabilidade e risco de seguirem e construírem suas vidas sem porto seguro nenhum.

Neste contexto, a relação social, pautada em uma responsabilidade mútua entre as partes que se relacionam é trocada por um outro tipo de relação que o autor chama de conexão. Ele tira esta palavra das análises de relacionamentos em sites de encontros. Em suas pesquisas ele percebe que o grande agrado dos sites de encontros está na facilidade de deixa o outro de lado.



Zygmunt Bauman Relaciona Afinidade e Parentesco


Para tentar explicar a relação amorosa em Amor Líquido, Zygmunt Bauman utiliza das categorias de Afinidade e Parentesco. O parentesco seria o laço irredutível e inquebrável. É o laço de sangue (mesmo que tenha uma significação cultural maior que biológica), é aquilo que não nos dá escolha. O parentesco é aquilo que se impõe desde que nascemos e que é impossível renegar. Mesmo que não gostemos, nossos parentes serão nossos parentes para sempre e a cultura nos prescreve obrigações e direitos rígidos em relação a eles.

A afinidade é, ao contrário do parentesco, eletiva. A afinidade é escolhida, passa por um processo de escolhe que pode resultar na firmação da afinidade ou na rejeição. Sempre há a possibilidade de voltar atrás e deixar tudo de lado. Porém, e isso é importante, o objetivo da afinidade é ser como o parentesco.

Na leitura de Bauman em Amor Líquido, até mesmo a afinidade está se tornando algo pouco comum em uma sociedade de extrema descartabilidade. Não há razão para caminhar à afinidade, sendo que não há o menor objetivo em firmar um laço que seja parecido com o parentesco. Não há objetivo de fixidez. As relações se desenvolvem com aquilo que já se tem, não com aquilo que ambos estão a fim de ter. Não se arrisca, por exemplo, amar sinceramente (se entregar).

Isso pode ser levado para o campo político: é nesta falta de um verdadeiro amor que a militância se perde. Não há amor pela causa, não há fixidez em relação aos seus objetivos, não há tentativa de manter um relacionamento com o programa de um coletivo, de um partido ou de um movimento. Essa fixidez é renegada a favor da livre escolha, da decisão individual e que deve ser sempre individual e que obriga o indivíduo a estar sempre disponível a voltar atrás.

Ferramentas De Socialização  





Não se consegue relacionar com o próximo mais do que por não se ter as ferramentas necessárias para iniciar um relacionamento. Nas obras de Zygmunt Bauman está posto que as novas formas de se relacionar acabaram reduzindo a capacidade dos novos sujeitos de se relacionarem de maneiras mais antigas. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte dos solteiros que iriam para bares propriamente de solteiros.

Mas, além de não se saber como se comportar nestes lugares, a situação de extrema insegurança e incerteza também se relaciona com a incapacidade de amar o próximo. O que quero dizer? Se o outro é sempre um possível agressor e um alguém que nos tira a possibilidade de aproveitar a vida de maneira plena, então não há sentido em amá-lo (no sentido pleno da palavra ‘amor’), em confiar em sua presença, em ter certeza que ele vale o nosso amor.

Relacionando isso com o número ascendente de diagnósticos de depressão e síndrome do pânico, Bauman tentar voltar um pouco no conceito para definir, primeiramente, o amor-próprio.

Amar O Próximo Como A Ti Mesmo


O autor diz que o amor-próprio é resultado de ser amado. Esta é uma relação infinita e incessante: quando o sujeito percebe que sua voz é ouvida, que sua opinião é importante ou que sua presença será sentida, então ele percebe que é único, que é especial, que pode ser digno de amor. Ser digno de amor é algo que só o outro pode nos classificar, o que fazemos é reconhecer esta classificação.

Num processo de identificação com aquele que nos amou, também entendemos que a necessidade de amor existe nele (ou melhor, entendemos a sua singularidade). Nós nos amamos quando nosso ego se identifica com o outro e, desta forma, amamos a nós, merecedores de amor, e amamos o outro identificado.

É nesta relação que Bauman diz ser “amar ao próximo como ama a ti mesmo” a máxima que funda a moralidade. O instinto de preservação não é suficiente para a sobrevivência. É necessário haver uma instância moral atuando nas definições do eu e do outro para que haja uma relação humana que seja algo mais que uma relação puramente animal.

Entretanto, em uma sociedade de pura incerteza em relação ao outro, o amor nos é negado. É negado a dignidade de ser amado. Não há amor-próprio e não há um número grande de injunções sociais que prescrevam o amor ao próximo e que façam desse amor algo fundamental na vida em sociedade. Amar o próximo não é natural, é, na verdade, algo contra nossos instintos mais básicos: por isso é o ato fundador da moralidade. 

Se nossas ferramentas de relacionamento estão engajadas com nossa época fluida e se as injunções/prescrições para amar ao próximo estão cada vez mais formais e estabelecidas por códigos penais, então o caminho da sociedade é a autodestruição depois de um longo definhamento.


FONTE: https://colunastortas.wordpress.com/2013/08/07/amor-liquido-zygmunt-bauman-uma-resenha/

quarta-feira, 25 de março de 2015

O DIREITO COMO LIBERDADE DE ESCOLHA ; "O COLORIDO EM UMA SOCIEDADE CONSERVADORA"


Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 1.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos 

DIVERSIDADE SOCIAL E SEXUALIDADE COMO OPÇÃO DE ESCOLHA, O DIREITO DE SER FELIZ

Este projeto feito com a turma D - Tecelagem. compreende as várias formas de amar o próximo e respeita-lo diante ás suas diferenças. Focamos sobre a orientação sexual, o debate da comunidade GLBT, na sociedade brasileira assim como sua história expectativas e desafios. pois sabemos que nossa sociedade ainda vive o conservadorismo cego, e muita das vezes não acaba respeitando o espaço do próximo como cidadão igual perante as leis do homem e de Deus. este trabalho visa também uma abordagem clara e objetiva do tema com documentários e filmes, sendo assim uma forma interativa de como entender a homossexualidade, quebrando o PRÉ- CONCEITO, sobre este assunto, pois para jugarmos temos sempre que entender  o contexto e a posição do indivíduo. 



Este trabalho também tem a finalidade de combater a homofobia, colocando-a como um crime grave.

 "Cada um faz sua própria opção e você não tem o direito de oprimi-la. Homofobia não se justifica, se combate e se destrói. Somos todos iguais"






terça-feira, 24 de março de 2015

ANÁLISE DE RESISTÊNCIA SOCIAL NA MÚSICA BRASILEIRA ENTRE 1964 a 1985


DIVERSIDADE, CULTURA E CIDADANIA

PROJETO COM A TURMA D - TECELAGEM

Este projeto dentro do estudo social sobre a diversidade, visa aprimorar o conhecimento com noções históricas da sociedade política social e econômica, com os jovens da Tecelagem.  mostrando a resistência social brasileira, durante o período da Ditadura Militar no Brasil entre os anos de 1964 a 1985. analisando a música como voz de liberdade e expressão da sociedade.

O OBJETIVO DA INCLUSÃO DIGITAL NA FRASOL

A importância da inclusão digital e o trabalho a ser desenvolvido 



  
  Nos dias atuais, a Inclusão Digital é fundamental para o desenvolvimento social e moral do indivíduo, que se sente incluído e conectado ao mundo digital. Incluir desde cedo as crianças e os adolescentes nesse meio, significa desenvolver sobre elas um pensamento crítico com relação às novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). Na Inclusão Digital, as turmas aprendem estruturas e fundamentos básicos e importantes de um computador desde software ao hardware, fortalecendo e estruturando sobre elas o raciocínio lógico e crítico de como utilizar o computador, trabalhando com suas diversas ferramentas. Inserindo-as além do mercado de trabalho em um mundo totalmente globalizado e robotizado, ao qual exige profissionais altamente qualificados e preparados. Com a missão de preparar nossas crianças e nossos jovens em cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, capacitados e preparados para o mercado de trabalho e para a vida, com valores humanos e sociais, cujos são primordiais para a formação além de um profissional capacitado.

  As aulas são ministradas conforme o regimento da instituição abordando o conteúdo programado pelo educador incluindo valores sociais, introdução ás novas tecnologias de informação, computação básica, Alfabetização e letramento digital, Leitura digital, Pesquisa de busca na internet, Sociologia da Informação e Comunicação. sociedade, tecnologia e atualidade. além de valores sociais como: Sociedade e Diversidade Cultural, Religiosa, Étnica, Racial e Sexual, com foco na igualdade. Uso crítico e responsável na internet e nas Redes Sociais. Diversidade de valores humanos. Entre outros planos de aulas fundamentais para a formação sólida para as crianças e os jovens.  


Sobre a FRASOL 




Quem somos

A Fraternidade Solidária São Francisco de Assis (Frasol) é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, voltada ao atendimento de crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, priorizando àqueles provenientes de famílias em vulnerabilidade social, encaminhados pela rede sócioassistencial, prioritariamente, pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), reconduzidas ao convívio familiar após medida de acolhimento institucional, egressos do atendimento de Liberdade Assistida, usuários do Beneficio de Prestação Continuada (BPC), que preferencialmente sejam residentes do complexo Parque Ribeirão Preto, um dos bairros de maior vulnerabilidade e risco social do município.

A organização visa oferecer serviços de convivência e fortalecimento de vínculos familiar e comunitário na Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), como forma de resgatar e estimular a cidadania para a reconstrução da sua realidade. Para a efetivação e operacionalização do serviço a organização possui parcerias com institutos e fundações por meio de certames de projetos sociais, além de parcerias com a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, mediante a Secretária Municipal de Assistência Social e o Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente.

Além disso, a organização conta com recursos provenientes de eventos beneficentes, arrecadações por meio da nota fiscal paulista, sensibilização do imposto de renda e penas alternativas.

Para o atendimento dos usuários a entidade possui uma equipe multiprofissional formada por assistente social, psicólogo, coordenador e educadores social, visando à eficiência, qualidade e profissionalismo da assistência oferecida.

Rua Floriano Leite Ribeiro, 345 - Pq Ribeirão Preto 
14031-470 - Ribeirão Preto / SP 
(16) 3637-0404